Ruta 40 - Aventura em dez dias

Ruta 40 - Aventura em dez dias
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Ruta 40 - Resumo da Viagem


Chegamos ao final de mais uma

  emocionante aventura.


Rodamos 5.815,6 quilometros entre os dias 06 e 17 de setembro de 2009, considerando que ficamos dois dias parados, um em El Calafate aguardando o pessoal chegar de 28 de Noviembro e, outro em Mendoza, parada estratégica para descanso.

Ou seja, fizemos uma média de 581,56 quilômetros diários, sendo que desses, aproximadamente 250 quilometros eram de rípio. Isso representa 43% do total rodado.

No meu GPS, foram 89:46 horas com ele ligado, sendo 65:50 horas em movimento e 23:55 parado, o que dá uma média de velocidade de deslocamento de 80,7 km/h e uma média geral de 59,2 km/h. Vale lembrar que as estradas argentinas permitem velocidades de 110 km/h.

Fazer esse trajeto em 10 dias não é “bolinho”. Há percursos perigosíssimos, que requerem muito cuidado.

Frio de 13 graus negativos, ventos intensos de mais de 60km/h, calor de 25 graus positivos, ar rarefeito a 5000 metros de altitude, neve, gelo, chuva, tempestade de raios, saibro, rípio, pedras, costeletas, barro, rios, precipícios de mais de 300 metros sem qualquer proteção e locais desolados nos acompanharem nesses dias.

Você não pode contar com muita coisa, a não ser os seus parceiros e sua habilidade. Além, é claro, da proteção divina. E ela esteve conosco. Mesmo havendo baixas, elas não foram significativas em comparação com o que enfrentamos.

Na média, todos os que estavam rodando no último dia cumpriram com o objetivo, eis que, de alguma forma, todos ou foram auxiliados pelo Chakal, ou deixaram de cumprir um trecho por força maior.

Obrigado a todos que torceram por nós e que,
 de uma forma, nos auxiliaram.

Ruta 40 - La Quiaca - Quebrada de Humahuaca - Salta - 17.09.2009


Acordei cedo, às 07 horas, por incrível que pareça, após todas as dificuldades e barreiras que fui obrigado a ultrapassar no dia anterior, inclusive a janta, às 01:45hs., que mal consegui engolir. O bife parecia uma sola de sapato.

No café, descobri que o pessoal cumpriu com o objetivo da viagem, ou seja, foram até La Quiaca procurar a dita placa. Infelizmente, sem êxito, pois os Estados de Jujuy e Salta estão em litígio pela preferência do traçado da Ruta 40, face ao apelo turístico. Engana-se quem afirma que a Ruta 40 está passando junto a Susques. Por essa razão, o material existente é antigo e escasso.

Tirando pela média, todos que chegaram no final cumpriram com o objetivo, eis que tiveram problemas e foram auxiliados durante a viagem, pelo Chakal.

Bom, o pessoal arrumou as bagagens, trocamos as motos na Dodge, descendo a do João que tinha conserto (embreagem e bateria por ter deixado a chave virada com o motor desligado), que já estava totalmente restabelecido da sua "imobilização" do dia anterior, e, subindo a minha que não tinha.
O Alex tratou de fazer pegar a moto e o Fábio de colar o para-brisa com fita type.




Após isso tomamos a estrada para fazer as filmagens finais. Abaixo o Barão, Vicente e Deboni.


A Quebrada de Humahuaca é um vale na província de Jujuy, na Argentina, a 1500 km de Buenos Aires. Tem à volta de 1500 km, orientado no sentido norte-sul.

O nome "Quebrada" quer dizer um vale profundo ou ravina. Recebe o nome de Humahuaca, uma pequena cidade. A região desde sempre foi um ponto de comunicação economica, social e cultural. É habitada há mais de 10.000 anos, desde que aí se estabeleceu um pequeno aldeamento de caçadores-recoletores. Foi uma rota de caravanas para o Império Inca no século XV. Depois, tornou-se uma importante ligação entre o Vice-reino do Rio da Prata e o Vice-Reino do Peru, bem como palco para algumas das batalhas da Guerra da Independência Argentina.

A Quebrada de Humahuaca foi declarada Património Mundial da UNESCO em 2 de Julho de 2003.
Está localizada nas seguintes coordenadas:
23° 11′ 59″ S e 65° 20′ 56″ W Decimal -23.199722°, -65.348889°
UTM 7432429 259591 20K
Veja a localização pelo Google













Deboni

Eu, sem fardamento, na entrada do Hotel de Quebrada de Humahuaca, em Jujuy. 
O pessoal, sob a orientação do Chakal, iniciou o deslocamento para o Trópico de Capricórnio. Ele ligado em dois GPS`s, mapa, orientações do pessoal do hotel, etc. enviou a turma em direção a Abra  Pampa, quando teria que ser em direção a Salta. Lembrando que a moto do Alexandre estava com o amortecedor traseiro quebrado, a relação desgastada e com freios deficientes. A do João Artur, depois de carregar a bateria, sem embreagem.  Depois de dez quilômetros, ele resolveu perguntar para à policia, a qual lhe disse que já havia passado a entrada. Então, todo o grupo teve que retonar.

 Mas sabem onde era? Ao lado do hotel, em direção contrária.hehehe. Ninguém está livre de um equívoco. Por outro lado o Chakal sempre se fez presente nos problemas.

Localizado, o pessoal parou para filmagem e fotos.


Vicente.
Deboni
O Grupo em frente ao marco do Trópoco de Capricórnio
Chakal e Riva iniciando as entrevistas
A Dodge e seus patrocinadores.
O Grupo das KTM's. Roberto, Fábio, Alexandre, João e Deboni.

O Grupo das BMW's. Vicente, James, Barão e Caco. Eu na máquina.
Alexandre
Roberto
Vicente

No caminho, passamos por essas imagens belíssimas:



Vamos ver se vocês descobrem q são os moradores desse condominio?




Após as fotos e entrevista, rumamos para Salta, onde deixamos nossas motos para serem transportadas para o Brasil, pelo Rubão.
Alex e Barão
Vicente
Fábio
Roberto
Vicente. Calmo e tranquilo, mas chegando sempre sem qualquer problema.
lexandre. O grande incentivador.

Deboni e sua eterna impaciência. Meu grande parceiro de antigas viagens.
Caco
Barão


Depois que chegamos, levei um tempo para ligar para casa. A Maria estava anciosa, pois o Spot estava ligado até às 17:30hs, quando deveriamos ter chegado, no máximo, as quinze horas. Só foi um esquecimento

Iniciado o carregamento das motos, fomos para o hotel e depois voltamos para ver como ficou. O Otto já havia transportado parte de nossas bagagens para o Sheraton. Grande Otto, mesmo sem moto, foi até o final com o Rubão, para acompanhar o Grupo e ajudar no que fosse possível. Ops. ele e seus pinguins. hehehe

O Rubão, prendendo as motos.


SALTA


Ela está situada no Vale de Lerma, 1.152 metros acima do nível do mar, no sopé das montanhas dos Andes.

O clima é quente e seco, com médias anuais de 756 mm de chuva e uma temperatura média de 16,4 ° C (20,4 ° C no verão, 10,8 ° C no inverno). Janeiro e fevereiro são os meses com maior precipitação pluviométrica. Durante a primavera, Salta ocasionalmente é atormentado por graves, tempestades de poeira semana longa.

Apelidado de Salta La Linda ( "Salta da Feira"), tornou-se um importante destino turístico devido à sua arquitectura, old colonial ea paisagem natural dos vales para o oeste. Atrações da cidade propriamente dita incluem o século 18 Cabildo, o neo-Catedral de estilo clássico, ea 9 de julho praça central. Os museus da cidade apresentam uma grande variedade de artefatos e obras de arte a partir da civilations nativa que floresceu na área (Salta está localizada na região sul do que foi o Império Inca, pertencente ao Collasuyu, uma das quatro áreas do império foi dividido até a conquista espanhola), bem como a partir do século 16 conquista espanhola e os coloniais e pós-colonial. Salta é também o ponto de partida o "Trem das Nuvens" (Tren a las Nubes), e no caminho para o vermelho-sujas Cafayate, bem como a outros destinos turísticos nas proximidades.

O Martín Miguel de Güemes Aeroporto, a 6 km sudeste da cidade, tem vôos regulares para Buenos Aires, San Miguel de Tucumán, Jujuy, Córdoba e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia).

História
Salta foi fundada em 16 de abril de 1582 pelo conquistador espanhol Hernando de Lerma, que destina-se a solução a ser um posto avançado entre Lima, no Peru e, Buenos Aires.

Durante a guerra da independência, a cidade tornou-se um ponto comercial e militar estratégica entre Peru e nas cidades argentinas. Entre 1816 e 1821, a cidade foi liderado por militares locais líder General Martín Miguel de Güemes, que sob o comando do general José de San Martín, defendeu a cidade ea área circundante das forças espanholas provenientes do norte.

Salta emergiu da Guerra da Independência em desordem politicamente e financeiramente falido, uma condição que persistiu durante a maior parte do século 19. No entanto, no final dos anos 19 e início do século 20, a chegada de imigrantes italiano, espanhol e árabe, especialmente sírios e libaneses, reavivou o comércio ea agricultura em toda a área, enquanto realçar ainda mais o sabor multicultural da cidade.

Atrações
O centro da cidade apresenta um número impressionante de edifícios que datam dos dias 18 e 19 e início do século 20. No sentido horário em torno da Praça Nove de julho é a Catedral neoclássica, o estilo francês Museu de Arte Contemporânea, o Cabildo (em tempos antigos, a prefeitura da cidade, hoje um museu histórico) e do Museu de Arqueologia de Alta Montanha, que abriga os artefatos da Inca civilização incluindo os organismos magnificamente preservado de três crianças incas.

A pouca distância da Praça 9 de julho é a impressionante Igreja de São Francisco ea cidade de duas ruas de pedestres: Alberdi e Flórida. Os três blocos na rua Balcarce próximo à estação de comboios são o centro da vida noturna em Salta, com restaurantes, bares e cafés em ambas as calçadas e shows todas as noites.

Rising imponente no leste é Cerro San Bernardo. Seu cume, de onde os visitantes podem obter uma vista impressionante da cidade e de todo o vale, pode ser alcançado pelo carro, teleférico ou escada.

Visita por países desde 11.12.2009


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