Ruta 40 - Aventura em dez dias

Ruta 40 - Aventura em dez dias
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Ruta 40 - La Quiaca - Quebrada de Humahuaca - Salta - 17.09.2009


Acordei cedo, às 07 horas, por incrível que pareça, após todas as dificuldades e barreiras que fui obrigado a ultrapassar no dia anterior, inclusive a janta, às 01:45hs., que mal consegui engolir. O bife parecia uma sola de sapato.

No café, descobri que o pessoal cumpriu com o objetivo da viagem, ou seja, foram até La Quiaca procurar a dita placa. Infelizmente, sem êxito, pois os Estados de Jujuy e Salta estão em litígio pela preferência do traçado da Ruta 40, face ao apelo turístico. Engana-se quem afirma que a Ruta 40 está passando junto a Susques. Por essa razão, o material existente é antigo e escasso.

Tirando pela média, todos que chegaram no final cumpriram com o objetivo, eis que tiveram problemas e foram auxiliados durante a viagem, pelo Chakal.

Bom, o pessoal arrumou as bagagens, trocamos as motos na Dodge, descendo a do João que tinha conserto (embreagem e bateria por ter deixado a chave virada com o motor desligado), que já estava totalmente restabelecido da sua "imobilização" do dia anterior, e, subindo a minha que não tinha.
O Alex tratou de fazer pegar a moto e o Fábio de colar o para-brisa com fita type.




Após isso tomamos a estrada para fazer as filmagens finais. Abaixo o Barão, Vicente e Deboni.


A Quebrada de Humahuaca é um vale na província de Jujuy, na Argentina, a 1500 km de Buenos Aires. Tem à volta de 1500 km, orientado no sentido norte-sul.

O nome "Quebrada" quer dizer um vale profundo ou ravina. Recebe o nome de Humahuaca, uma pequena cidade. A região desde sempre foi um ponto de comunicação economica, social e cultural. É habitada há mais de 10.000 anos, desde que aí se estabeleceu um pequeno aldeamento de caçadores-recoletores. Foi uma rota de caravanas para o Império Inca no século XV. Depois, tornou-se uma importante ligação entre o Vice-reino do Rio da Prata e o Vice-Reino do Peru, bem como palco para algumas das batalhas da Guerra da Independência Argentina.

A Quebrada de Humahuaca foi declarada Património Mundial da UNESCO em 2 de Julho de 2003.
Está localizada nas seguintes coordenadas:
23° 11′ 59″ S e 65° 20′ 56″ W Decimal -23.199722°, -65.348889°
UTM 7432429 259591 20K
Veja a localização pelo Google













Deboni

Eu, sem fardamento, na entrada do Hotel de Quebrada de Humahuaca, em Jujuy. 
O pessoal, sob a orientação do Chakal, iniciou o deslocamento para o Trópico de Capricórnio. Ele ligado em dois GPS`s, mapa, orientações do pessoal do hotel, etc. enviou a turma em direção a Abra  Pampa, quando teria que ser em direção a Salta. Lembrando que a moto do Alexandre estava com o amortecedor traseiro quebrado, a relação desgastada e com freios deficientes. A do João Artur, depois de carregar a bateria, sem embreagem.  Depois de dez quilômetros, ele resolveu perguntar para à policia, a qual lhe disse que já havia passado a entrada. Então, todo o grupo teve que retonar.

 Mas sabem onde era? Ao lado do hotel, em direção contrária.hehehe. Ninguém está livre de um equívoco. Por outro lado o Chakal sempre se fez presente nos problemas.

Localizado, o pessoal parou para filmagem e fotos.


Vicente.
Deboni
O Grupo em frente ao marco do Trópoco de Capricórnio
Chakal e Riva iniciando as entrevistas
A Dodge e seus patrocinadores.
O Grupo das KTM's. Roberto, Fábio, Alexandre, João e Deboni.

O Grupo das BMW's. Vicente, James, Barão e Caco. Eu na máquina.
Alexandre
Roberto
Vicente

No caminho, passamos por essas imagens belíssimas:



Vamos ver se vocês descobrem q são os moradores desse condominio?




Após as fotos e entrevista, rumamos para Salta, onde deixamos nossas motos para serem transportadas para o Brasil, pelo Rubão.
Alex e Barão
Vicente
Fábio
Roberto
Vicente. Calmo e tranquilo, mas chegando sempre sem qualquer problema.
lexandre. O grande incentivador.

Deboni e sua eterna impaciência. Meu grande parceiro de antigas viagens.
Caco
Barão


Depois que chegamos, levei um tempo para ligar para casa. A Maria estava anciosa, pois o Spot estava ligado até às 17:30hs, quando deveriamos ter chegado, no máximo, as quinze horas. Só foi um esquecimento

Iniciado o carregamento das motos, fomos para o hotel e depois voltamos para ver como ficou. O Otto já havia transportado parte de nossas bagagens para o Sheraton. Grande Otto, mesmo sem moto, foi até o final com o Rubão, para acompanhar o Grupo e ajudar no que fosse possível. Ops. ele e seus pinguins. hehehe

O Rubão, prendendo as motos.


SALTA


Ela está situada no Vale de Lerma, 1.152 metros acima do nível do mar, no sopé das montanhas dos Andes.

O clima é quente e seco, com médias anuais de 756 mm de chuva e uma temperatura média de 16,4 ° C (20,4 ° C no verão, 10,8 ° C no inverno). Janeiro e fevereiro são os meses com maior precipitação pluviométrica. Durante a primavera, Salta ocasionalmente é atormentado por graves, tempestades de poeira semana longa.

Apelidado de Salta La Linda ( "Salta da Feira"), tornou-se um importante destino turístico devido à sua arquitectura, old colonial ea paisagem natural dos vales para o oeste. Atrações da cidade propriamente dita incluem o século 18 Cabildo, o neo-Catedral de estilo clássico, ea 9 de julho praça central. Os museus da cidade apresentam uma grande variedade de artefatos e obras de arte a partir da civilations nativa que floresceu na área (Salta está localizada na região sul do que foi o Império Inca, pertencente ao Collasuyu, uma das quatro áreas do império foi dividido até a conquista espanhola), bem como a partir do século 16 conquista espanhola e os coloniais e pós-colonial. Salta é também o ponto de partida o "Trem das Nuvens" (Tren a las Nubes), e no caminho para o vermelho-sujas Cafayate, bem como a outros destinos turísticos nas proximidades.

O Martín Miguel de Güemes Aeroporto, a 6 km sudeste da cidade, tem vôos regulares para Buenos Aires, San Miguel de Tucumán, Jujuy, Córdoba e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia).

História
Salta foi fundada em 16 de abril de 1582 pelo conquistador espanhol Hernando de Lerma, que destina-se a solução a ser um posto avançado entre Lima, no Peru e, Buenos Aires.

Durante a guerra da independência, a cidade tornou-se um ponto comercial e militar estratégica entre Peru e nas cidades argentinas. Entre 1816 e 1821, a cidade foi liderado por militares locais líder General Martín Miguel de Güemes, que sob o comando do general José de San Martín, defendeu a cidade ea área circundante das forças espanholas provenientes do norte.

Salta emergiu da Guerra da Independência em desordem politicamente e financeiramente falido, uma condição que persistiu durante a maior parte do século 19. No entanto, no final dos anos 19 e início do século 20, a chegada de imigrantes italiano, espanhol e árabe, especialmente sírios e libaneses, reavivou o comércio ea agricultura em toda a área, enquanto realçar ainda mais o sabor multicultural da cidade.

Atrações
O centro da cidade apresenta um número impressionante de edifícios que datam dos dias 18 e 19 e início do século 20. No sentido horário em torno da Praça Nove de julho é a Catedral neoclássica, o estilo francês Museu de Arte Contemporânea, o Cabildo (em tempos antigos, a prefeitura da cidade, hoje um museu histórico) e do Museu de Arqueologia de Alta Montanha, que abriga os artefatos da Inca civilização incluindo os organismos magnificamente preservado de três crianças incas.

A pouca distância da Praça 9 de julho é a impressionante Igreja de São Francisco ea cidade de duas ruas de pedestres: Alberdi e Flórida. Os três blocos na rua Balcarce próximo à estação de comboios são o centro da vida noturna em Salta, com restaurantes, bares e cafés em ambas as calçadas e shows todas as noites.

Rising imponente no leste é Cerro San Bernardo. Seu cume, de onde os visitantes podem obter uma vista impressionante da cidade e de todo o vale, pode ser alcançado pelo carro, teleférico ou escada.

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